{"id":170,"date":"2023-08-02T14:13:52","date_gmt":"2023-08-02T17:13:52","guid":{"rendered":"https:\/\/tocommst.mst.org.br\/?p=170"},"modified":"2023-08-02T14:13:52","modified_gmt":"2023-08-02T17:13:52","slug":"ruralistas-e-midia-comercial-apostam-no-fogo-amigo-para-aquecer-a-cpi-do-mst","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tocommst.mst.org.br\/?p=170","title":{"rendered":"Ruralistas e m\u00eddia comercial apostam no \u2018fogo amigo\u2019 para aquecer a CPI do MST"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Alex Pegna Hercog<br \/>Do Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade que a Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI) criada para \u201cinvestigar a atua\u00e7\u00e3o do grupo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST)\u201d\u00a0tem\u00a0como objetivo\u00a0desgastar o governo Lula e demonstrar a for\u00e7a da bancada ruralista. Sua repercuss\u00e3o na m\u00eddia tamb\u00e9m segue a mesma toada, tornando-se palco para deputados ligados ao agroneg\u00f3cio e transferindo o embate para o governo federal.<\/p>\n<p>As an\u00e1lises feitas a partir da pesquisa realizada pelo Intervozes, \u201cVozes Silenciadas \u2013 Quem quer calar a luta dos sem-terra?\u201d\u00a0j\u00e1 apontam um silenciamento do MST. Nos ve\u00edculos pesquisados (<em>O Estado de S. Paulo<\/em>,\u00a0<em>Folha de S. Paulo<\/em>,\u00a0<em>O Globo<\/em>,\u00a0<em>Jornal Nacional<\/em>,\u00a0<em>Portal R7<\/em>,\u00a0<em>Agromais\u00a0<\/em>e\u00a0<em>Ag\u00eancia Brasil<\/em>), h\u00e1 uma despropor\u00e7\u00e3o na consulta de fontes, sendo a maioria contr\u00e1ria ao Movimento. No entanto, at\u00e9 mesmo as fontes favor\u00e1veis ao MST s\u00e3o, quase que totalmente, parlamentares ou integrantes do governo. Al\u00e9m disso, as reivindica\u00e7\u00f5es e bandeiras de luta defendidas pelos sem-terra s\u00e3o ignoradas pelos ve\u00edculos, que t\u00eam a pauta dominada pelo confronto entre governistas e oposicionistas, Frente Parlamentar Agropecu\u00e1ria e base do governo Lula.<\/p>\n<p>Por estar neste campo de disputa, uma das estrat\u00e9gias usadas ao longo da CPI \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o do \u201cfogo amigo\u201d. Seja colocando lenha, seja repercutindo o fogo, m\u00eddia e oposicionistas se assemelham na expectativa de ver governistas brigando entre si. Em rela\u00e7\u00e3o aos parlamentares, a estrat\u00e9gia foi usada na convoca\u00e7\u00e3o de ex-integrantes do MST. Mas sem alcan\u00e7ar o resultado esperado, agora miram em membros do governo. O alvo da vez: Rui Costa.<\/p>\n<p>A tentativa de convoca\u00e7\u00e3o do atual ministro da Casa Civil pautou as \u00faltimas semanas de trabalho da CPI e a pr\u00f3pria m\u00eddia. O objetivo \u00e9 levar \u00e0 Comiss\u00e3o um integrante do primeiro escal\u00e3o do governo Lula, mas que, ao longo de seus oito anos governando a Bahia, estabeleceu uma p\u00e9ssima rela\u00e7\u00e3o com o movimento social, incluindo os movimentos do campo mais pr\u00f3ximo ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ou seja, botar lenha para o \u201cfogo amigo\u201d.<\/p>\n<p>Na m\u00eddia, a movimenta\u00e7\u00e3o pela convoca\u00e7\u00e3o de Rui Costa foi acompanhada de perto. O\u00a0<em>Estad\u00e3o<\/em>, atrav\u00e9s da coluna de Roseann Kennedy, deu informa\u00e7\u00f5es di\u00e1rias sobre a novela da poss\u00edvel convoca\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o\u00a0<em>Jornal da Record<\/em>, em mat\u00e9ria repercutida no portal\u00a0<em>R7<\/em>\u00a0no dia 19 de julho, fez uma entrevista exclusiva com o ministro, que se esquivou ao ser indagado sobre sua poss\u00edvel ida \u00e0 Comiss\u00e3o. Aparentemente, na aus\u00eancia de crimes identificados pela CPI, os parlamentares v\u00e3o aumentar a muni\u00e7\u00e3o contra membros do governo, na expectativa de que o fogo amigo possa causar algum desgaste na base do presidente Lula e na sua rela\u00e7\u00e3o com os movimentos do campo.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A m\u00eddia vai atr\u00e1s de lenha<\/h2>\n<p>A repercuss\u00e3o (ou a busca) de contradi\u00e7\u00f5es entre setores ligados ao governo n\u00e3o tem sido feita pela m\u00eddia somente agora. Antes mesmo de a CPI ser instalada, algumas mat\u00e9rias j\u00e1 seguiam essa tend\u00eancia de visibilizar diverg\u00eancias internas, que n\u00e3o s\u00e3o poucas, visto que o governo Lula \u00e9 composto por uma frente ampla de partidos, al\u00e9m de compromissos e acordos que abarcam desde o empresariado do agroneg\u00f3cio at\u00e9 os trabalhadores sem-terra.<\/p>\n<p>Ganhou destaque na m\u00eddia a s\u00e9rie de atos realizados pelo MST em refer\u00eancia ao Abril Vermelho, em especial \u00e0 sede da Embrapa Semi\u00e1rido, em Petrolina (PE), e as ocupa\u00e7\u00f5es em \u00e1reas reivindicadas pela empresa Suzano, no Esp\u00edrito Santo, contestadas pelo Movimento. Naquele m\u00eas, as mat\u00e9rias ecoaram as vozes de ministros do governo contr\u00e1rias \u00e0s ocupa\u00e7\u00f5es. A fala de Alexandre Padilha, ministro da Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais, \u201ccondenando veementemente\u201d\u00a0a a\u00e7\u00e3o dos sem-terra foi amplamente repercutida nos ve\u00edculos pesquisados.<\/p>\n<p>Outro ministro ouvido foi Carlos F\u00e1varo, que chefia a pasta de Agricultura e \u00e9 ligado ao agroneg\u00f3cio. O ministro comparou os sem-terra a negacionistas e afirmou ser \u201cinaceit\u00e1vel\u201d\u00a0o \u201ccrime\u201d\u00a0imputado ao Movimento. Sua declara\u00e7\u00e3o alimentou diversas mat\u00e9rias. J\u00e1 Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e com interlocu\u00e7\u00e3o com os movimentos sociais, foi para a berlinda, com os ve\u00edculos cobrando um posicionamento da pasta que \u00e9 justamente a respons\u00e1vel pelas pol\u00edticas para agricultura familiar. O ministro manteve um tom conciliador, mas sua fala em defesa da propriedade privada e solicitando a desocupa\u00e7\u00e3o das \u00e1reas pelos sem-terra ganhou destaque na m\u00eddia comercial.<\/p>\n<p>O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin tamb\u00e9m esteve no centro das aten\u00e7\u00f5es em busca de um fogo amigo. Sua presen\u00e7a na feira da Reforma Agr\u00e1ria, promovida em maio pelo MST, foi not\u00edcia nos ve\u00edculos comerciais, num tom de \u201cindigna\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0e \u201cden\u00fancia\u201d\u00a0da rela\u00e7\u00e3o do governo federal com o Movimento. Essa revolta ganhou voz atrav\u00e9s de falas de membros da Frente Parlamentar Agropecu\u00e1ria, amplamente consultados e repercutidos pela m\u00eddia. A press\u00e3o foi tanta que, tr\u00eas dias depois da visita, Alckmin foi ao encontro da bancada ruralista e, durante um almo\u00e7o, falou aquilo que os presentes queriam ouvir (e o que a m\u00eddia gostou de repercutir): que ele \u00e9 contra as \u201cinvas\u00f5es\u201d, defende a lei para proteger a propriedade privada e que, tratando-se de propriedades p\u00fablicas, \u201cn\u00e3o precisa nem reintegra\u00e7\u00e3o de posse\u201d.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Falas de Lula d\u00e3o muni\u00e7\u00e3o \u00e0 imprensa<\/h2>\n<p>O fogo amigo n\u00e3o parte apenas de ministros. O pr\u00f3prio Lula tem feito declara\u00e7\u00f5es que serviram de bandeja para a m\u00eddia comercial. Alguns epis\u00f3dios foram bastante explorados pelos ve\u00edculos, a exemplo da entrevista em formato de live transmitida nas redes sociais, em que o presidente afirmou que \u201cn\u00e3o precisa mais invadir terras\u201d\u00a0e que era poss\u00edvel uma transforma\u00e7\u00e3o em que \u201cn\u00e3o precisa ter barulho, n\u00e3o ter guerra\u201d.<\/p>\n<p>Em sua fala, Lula apresentava sua alternativa. \u201cSe quem faz o levantamento da terra improdutiva \u00e9 o Incra, o Incra comunica o governo quais s\u00e3o as terras improdutivas que existem em cada estado brasileiro e, a partir da\u00ed, vamos discutir a ocupa\u00e7\u00e3o dessa terra. \u00c9 simples\u201d, afirmou o presidente durante a entrevista. Nenhum ve\u00edculo deu destaque \u00e0 pol\u00edtica proposta, tampouco escutou o MST ou qualquer outro movimento sem-terra para saber a opini\u00e3o sobre a ideia do presidente. No entanto, a cr\u00edtica \u00e0 \u201cinvas\u00e3o\u201d\u00a0virou manchete nas m\u00eddias pesquisadas.<\/p>\n<p>\u201cAp\u00f3s invas\u00f5es do MST, Lula afirma que far\u00e1 reforma agr\u00e1ria e que \u2018n\u00e3o precisa mais invadir terra\u2019 em seu governo\u201d\u00a0foi a manchete da mat\u00e9ria no jornal\u00a0<em>O Globo<\/em>. J\u00e1 o portal\u00a0<em>R7<\/em>\u00a0fez quest\u00e3o de botar mais lenha na fogueira ao afirmar, em sua manchete, que a promessa de reforma agr\u00e1ria sem \u201cbarulho\u201d\u00a0e \u201csem guerra\u201d\u00a0era um \u201crecado ao MST\u201d. A\u00a0<em>Folha de S. Paulo<\/em>\u00a0seguiu a mesma linha e trouxe o t\u00edtulo: \u201cLula manda recado ao MST e v\u00ea reforma agr\u00e1ria sem barulho\u201d. As publica\u00e7\u00f5es ocorreram no dia 13 de junho.<\/p>\n<p>Duas semanas depois, novamente em uma live, o presidente refor\u00e7ou que \u201cao inv\u00e9s de as pessoas invadirem, a gente oferece [as terras], organiza\u201d. Novamente esse trecho foi replicado na m\u00eddia, novamente sem ouvir os representantes sem-terra, novamente refor\u00e7ando (ou criando) um antagonismo entre Lula e o MST. O portal\u00a0<em>R7<\/em>, por exemplo, chegou a distorcer a fala do presidente ao dizer que \u201co objetivo, segundo ele, \u00e9 acabar com as invas\u00f5es lideradas pelo MST\u201d, apesar de Lula n\u00e3o ter citado o movimento, tampouco feito tal afirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Chegado o recesso parlamentar, a promessa \u00e9 que no retorno dos trabalhos a convoca\u00e7\u00e3o de Rui Costa e de outros membros do governo \u00e0 CPI esteja novamente na pauta. Ao que tudo indica, essa ser\u00e1 a pr\u00f3xima estrat\u00e9gia dos parlamentares, que encontra na m\u00eddia comercial o palco necess\u00e1rio. E, quanto mais distante o governo estiver dos movimentos sociais, maior o risco de fogo amigo. \u00a0<\/p>\n<p><em>*Alex Pegna Hercog \u00e9 comunicador social e integrante do Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/em><\/p>\n<p><em>** A s\u00e9rie Vozes Silenciadas \u2013 Quem quer calar a luta dos sem-terra? \u00e9 produzida pelo Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o Social. Coordena\u00e7\u00e3o: M\u00f4nica Mour\u00e3o. Pesquisa: Alex Pegna Hercog e Eduardo Amorim. Colabora\u00e7\u00e3o: Ol\u00edvia Bandeira e Pedro Vila\u00e7a<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2023\/08\/02\/ruralistas-e-midia-comercial-apostam-no-fogo-amigo-para-aquecer-a-cpi-do-mst\/\">Ruralistas e m\u00eddia comercial apostam no \u2018fogo amigo\u2019 para aquecer a CPI do MST<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u200b\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Alex Pegna HercogDo Intervozes \u2013 Coletivo Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o Social N\u00e3o \u00e9 novidade que a Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI) criada para \u201cinvestigar a atua\u00e7\u00e3o do grupo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST)\u201d\u00a0tem\u00a0como objetivo\u00a0desgastar o governo Lula e demonstrar a for\u00e7a da bancada ruralista. 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